quarta-feira, 19 de junho de 2013

Sintomas de Diabetes

Principais sintomas do diabetes tipo 1:

  • vontade de urinar diversas vezes
  • fome freqUente
  • sede constante
  • perda de peso
  • fraqueza
  • fadiga
  • nervosismo
  • mudanças de humor
  • náusea e vômito.

Principais sintomas do diabetes tipo 2:

  • infecções frequentes
  • alteração visual (visão embaçada)
  • dificuldade na cicatrização de feridas
  • formigamento nos pés e furúnculos.

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Insulina, glucagon e glicose sangüínea
Como a diabetes é uma doença que afeta a habilidade do corpo de usar glicose, vamos começar vendo o que é glicose e como seu corpo a controla.Glicose é um açúcar simples que fornece energia para todas as células do seu corpo. As células captam a glicose do sangue e a quebram para obter energia. Algumas células, como as células cerebrais e as células sangüíneas vermelhas, dependem somente da glicose para combustível. A glicose do sangue vem do alimento que você come


Uma molécula de glicose

Quando você come um alimento, a glicose é absorvida pelos intestinos e distribuída através da corrente sangüínea para todas as células do corpo. Seu corpo tenta manter um suprimento constante de glicose para as células, mantendo uma concentração constante de glicose no sangue, caso contrário, as células teriam mais glicose do que o necessário logo após a refeição e ficariam sem nada entre as refeições e durante a noite. Portanto, quando você tem um suprimento excessivo de glicose, o corpo armazena o excesso no fígado e nos músculos fabricando glicogênio, que é feito de cadeias longas de glicose. Quando as reservas de glicose estão baixas, seu corpo mobiliza a glicose armazenada como glicogênio e/ou estimula você a comer. O importante é manter um nível constante de glicose no sangue.
Para manter um nível constante de glicose no sangue, seu corpo depende de dois hormônios produzidos no pâncreas que têm ações opostas:insulina e glucagon.

O pâncreas tem muitas ilhotas que contêm células beta produtoras de insulina e células alfa produtoras de glucagon
Pâncreas
Seu pâncreas está localizado no abdome, abaixo do estômago. Produz muitas enzimasdigestivas que quebram os alimentos (função exócrina) e hormônios (função endócrina) que regulam a glicose no sangue.
Insulina é feita e secretada pelas células beta das ilhotas pancreáticas, pequenas ilhas de células endócrinas no pâncreas. A insulina é um hormônio protéico que contém 51 aminoácidos. Ela é necessária para quase todas as células do corpo, mas seus principais alvos são as células do fígado, células adiposas e células musculares. Nessas células, a insulina faz o seguinte:
  • estimula as células do fígado e dos músculos a armazenar glicose em forma de glicogênio;
  • estimula as células adiposas a formar gorduras a partir de ácidos graxos e glicerol;
  • estimula as células do fígado e dos músculos a fazer proteínas a partir de aminoácidos;
  • impede as células do fígado e dos rins de fazer glicose a partir de compostos intermediários das vias metabólicas (gliconeogênese).
Desse modo, a insulina armazena os nutrientes logo após uma refeição, diminuindo assim as concentrações de glicose, ácidos graxos e aminoácidos na corrente sangüínea.

A insulina e o glucagon têm efeitos opostos sobre o fígado e outros tecidos no controle dos níveis de glicose sangüínea
Glucagon
Em concentrações muito altas, geralmente acima dos níveis máximos encontrados no corpo, o glucagon pode agir sobre as células adiposas degradando as gorduras em ácidos graxos e glicerol, liberando os ácidos graxos na corrente sangüínea. Contudo, isso é um efeito farmacológico e não fisiológico.
Então, o que acontece quando você não come? Quando está em jejum, o pâncreas libera glucagon para que seu corpo possa produzir glicose. O glucagon é outro hormônio protéico feito e secretado pelascélulas alfa das ilhotas pancreáticas. O glucagon age nas mesmas células que a insulina, mas tem efeitos opostos:
  • estimula o fígado e os músculos a quebrarem o glicogênio armazenado (glicogenólise) e liberar glicose;
  • estimula a gliconeogênese no fígado e rins.
Diferente da insulina, o glucagon mobiliza glicose das reservas de dentro do corpo e aumenta as concentrações de glicose na corrente sangüínea; caso contrário, a glicose do seu sangue cairia para níveis perigosamente baixos.
E como o seu corpo sabe quando deve secretar glucagon ou insulina? Normalmente, os níveis de insulina e glucagon são equilibrados na corrente sangüínea. Por exemplo, logo após comer uma refeição seu corpo está pronto para receber a glicose, ácidos graxos e aminoácidos absorvidos da comida. A presença dessas substâncias no intestino estimula as células beta do pâncreas a liberarem insulina no sangue e impedir as células pancreáticas alfa de secretarem glucagon. Os níveis de insulina no sangue começam a subir e agem sobre as células (particularmente do fígado, adiposas e musculares) para que absorvam as moléculas de glicose, ácidos graxos e aminoácidos que estão entrando. Essa ação da insulina impede que a concentração de glicose no sangue (assim como as concentrações de ácidos graxos e de aminoácidos) aumentem substancialmente na corrente sangüínea. Desse modo, seu corpo mantém uma concentração constante de glicose sangüínea em particular.
Por outro lado, quando você está entre as refeições ou dormindo, seu corpo fica essencialmente em inanição. Suas células precisam de suprimentos de glicose do sangue para continuar funcionando. Durante esses períodos, pequenas quedas nos níveis de açúcar do sangue estimulam a secreção de glucagon pelas células alfa pancreáticas e inibem a secreção de insulina das células beta. Os níveis de glucagon no sangue aumentam. Ele age sobre os tecidos do fígado, músculos e rins para mobilizar glicose a partir de glicogênio ou para fazer glicose que seja liberada no sangue. Essa ação impede que a concentração de glicose no sangue caia drasticamente.
Como você pode ver, o intercâmbio entre a secreção de insulina e de glucagon ao longo do dia ajuda a manter a concentração de glicose do seu sangue constante, ficando em cerca de 90 mg por 100 ml de sangue (5 milimolares).

terça-feira, 11 de junho de 2013

Manteiga ou margarina

O que devo comer? Margarina ou manteiga?Esta, certamente, é a dúvida da maioria dos consumidores na hora de comprar um produto para passar no pão.As margarinas são feitas a partir de óleos vegetais líquidos que passam por um processo químico para se tornarem sólidas e cremosas, sendo uma destas modificações o processo de hidrogenação que leva a formação de gorduras trans, a qual reduz o bom colesterol (HDL) e eleva o mau colesterol (LDL). Outro processo é o de interesterificação, aonde se adiciona hidrogênios ao óleo. Todas as margarinas com zero trans têm gordura interesterificada. Foi uma forma de os fabricantes substituírem a trans sem fazer com que os produtos ficassem menos cremosos. Essa gordura é um óleo vegetal modificado quimicamente. Como o processo é recente, não há conclusões sobre qual seria a reação do organismo humano em relação a esse tipo de gordura.A manteiga é um alimento de origem animal, é um produto derivado do leite, obtida por meio do batimento do creme de leite (nata). Essa é uma das vantagens do alimento, mais fácil metabolizar a gordura natural do que as modificadas quimicamente. Por outro lado, a quantidade de gordura saturada e, consequentemente, de colesterol, é alta. A manteiga não tem gordura hidrogenada nem interesterificada, portanto é sempre zero gordura trans.A manteiga já foi vista como prejudicial à saúde por ser fonte de colesterol. Hoje se sabe que o seu consumo moderado não é o grande causador da obesidade e das doenças cardíacas. Estudos indicam que os maiores problemas estão no consumo de gorduras trans e na ingestão excessiva de ácidos graxos ômega 6 combinado a pequeno consumo de ácidos graxos ômega 3.De maneira geral, é mais comum consumir margarina, com o objetivo de se evitar o colesterol e as gorduras saturadas presentes na manteiga, principalmente pelas pessoas que apresentam níveis elevados de colesterol sérico (sanguíneo). Porém, as gorduras trans inibem a ação de enzimas específicas do fígado, o que favorece a síntese do colesterol. Conseqüentemente, o consumo de margarina propicia o aumento dos níveis de colesterol e triglicerídeos e a diminuição do HDL (bom colesterol), por mecanismos indiretos.A margarina vegetal não contém nenhum colesterol, mas faz subir o colesterol sanguíneo por ser saturada artificialmente. Então a escolha é entre duas gorduras saturadas, uma natural e rica em vitamina A, a manteiga, e a outra artificial e rica em aditivos químicos, a margarina.

http://www.socergs.org.br/publico/index.php?option=com_content&view=article&id=22:manteiga-ou-margarina&catid=2:habitos-saudaveis&Itemid=4

segunda-feira, 10 de junho de 2013


ÓLEO DE PRIMULA


São ácidos graxos poliinsaturados que pertencem ao grupo das chamadas gorduras, é a forma mais comum do ácido graxo essencial Ômega-6, rico em ácido linolênico (LA) e ácido gamalinolênico (GLA). Muito usado no tratamento da tensão pré-menstrual, doenças cardiovasculares e processos inflamatórios.
Estudos mostram que o acido gamalinolênico, contido no óleo de prímula possui atividades anticancerígenas. É consenso científico de que é necessário equilibrar a quantidade de ácidos graxos poliinsaturados ômega-6 das dietas e aumentar a concentração de ácidos graxos ômega-3.

Benefícios do Óleo de Prímula
  • Auxilia no tratamento da TPM;
  • Auxilia no tratamento da psoríase;
  • Auxilia no tratamento da depressão;
  • Auxilia no tratamento do alcoolismo;
  • Auxilia no tratamento da diabete melito;
  • Auxilia no tratamento da retenção hídrica;
  • Auxilia no tratamento da dermatite atópica;
  • Auxilia no tratamento da artrite reumatóide;
  • Auxilia no tratamento da síndrome de Sjögren.
ÓLEO DE LINHAÇA

A semente da linhaça é extremamente eficiente na melhora do funcionamento intestinal e ainda possui um efeito levemente diurético ajudando na diminuição da retenção hídrica. Ela também é a maior fonte alimentar de lignanas, um fitoesteróide que possui em leve efeito estrogênico, sendo útil, portanto, tanto na TPM como na menopausa.

Benefícios do óleo de linhaça:

• Combate os radicais livres;
• Aumenta sensação de saciedade;
• Reduz a agregação das plaquetas;
• Reduz os triglicerídeos;
• Reduz o colesterol LDL e aumenta o HDL;
• Protege contra as doenças cardiovasculares;
• Protege contra as doenças degenerativas cerebrais;
• Auxilia no tratamento da psoríase;
• Auxilia no tratamento da depressão;
• Auxilia no tratamento do alcoolismo;
• Auxilia no tratamento da diabete melito;
• Auxilia no tratamento da retenção hídrica;
• Auxilia no tratamento da dermatite atópica;
• Auxilia no tratamento da artrite reumatóide;
• Auxilia no tratamento da doença de Alzheimer;
• Auxilia no tratamento da doença de Parkinson;
• Auxilia no tratamento da síndrome de Sjögren;
• Auxilia no tratamento das doenças cardiovasculares;
• Auxilia no tratamento da esclerose lateral amiotrófica;
• Auxilia no tratamento de qualquer doença inflamatória;
• Auxilia no tratamento das doenças inflamatórias intestinais.

ÓLEO DE CÁRTAMO

Estudos indicaram que esse óleo contém substâncias que atuam obrigando o organismo a usar a gordura acumulada como combustível contribuindo para uma maior eliminação de gordura.
Isso acontece porque seus nutrientes conseguem inibir a ação de uma enzima específica (LPL- Lípase Lipoproteica).
A enzima LPL tem como função transferir a gordura presente na corrente sanguínea para o interior das células adiposas, responsáveis por armazenar a gordura corporal e que compõem o tecido adiposo do corpo humano. Quanto maior e mais intensa a atividade desta enzima maior quantidade de gordura é armazenada dentro das células adiposas e, como conseqüência, a pessoa engorda. Portanto, os nutrientes do óleo de Cártamo, tem a capacidade de bloquear da ação da LPL, o que obriga o organismo a utilizar o estoque de gordura já existente como fonte de energia gerando a chamada lipólise, que é a queima de gordura.

Benefícios do Óleo de Cártamo
  • Acelerador Metabólico;
  • Inibidor natural da LPL* (enzima *Lipase Lipoprotéica responsável pelo aumento das células de gordura no corpo);
  • Promove Lipase obrigando o corpo a usar sua própria gordura como fonte de energia;
  • Acelera o Metabolismo e promove uma maior combustão da Gordura;
  • Ajuda na diluição dos Lipídeos, redução da Celulite e da Gordura Localizada;
  • Diminui as taxas de Colesterol, potencializa o sistema imunológico e tem propriedades anti-inflamatórias.
- Normaliza a circulação sanguínea e o ritmo do coração
- Combate a osteoporose
- Melhora o funcionamento das atividades do cérebro
- Evita doenças auto-imunes
- Dificulta o desenvolvimento de processos inflamatórios
- Ajuda a diminuir os níveis de triglicerídeos e colesterol no sangue.
Ajuda também na saúde ocular, pois previne a síndrome do olho seco e o desenvolvimento da degeneração macular. Ajuda também nos cabelos.
Seu uso previne doenças como: doença de Alzheimer, diabetes, hiperatividade, distúrbios de déficit de atenção e depressão.
Os principais benefícios do ômega 3 para o nosso organismo são:
Atividade anti-trombos, ou seja, atua contra o entupimento dos vasos sanguíneos, redução da pressão arterial, redução dos níveis de colesterol e triglicérides e atividade anti-inflamatória.
O ômega 3 ainda ajuda na prevenção no surgimento de algumas doenças como: câncer, declínio mental, artrite reumatóide, diabetes, asma, acidente vascular cerebral e síndromes inflamatórias intestinais.
O ômega 3 ainda ajuda a melhorar o humor, o sistema imunológico e também o aprendizado.

O óleo de Cártamo é um anti-oxidante natural que possui propriedades que podem acelerar o metabolismo das gorduras, auxiliando assim, no controle da obesidade.

ÔMEGA 3 - ÓLEO DE SALMÃO
 Benefícios para a saúde:

- Controle da pressão arterial;
Estudos revelam que o óleo de peixe, rico em ômega 3 tem efeito anti-inflamatório, ajudando na redução da inflamação das articulares, diminui o risco de artrite e é totalmente benéfico, pois retarda o envelhecimento precoce da pele, previne as rugas e ainda desempenha um papel de extrema importância na regulação da função celular e mantém a flexibilidade, a elasticidade da pele, diminuindo também os efeitos negativos dos raios UV sobre a pele.

quarta-feira, 5 de junho de 2013


Função dos Carboidratos no Corpo Humano

Carboidratos 

Funções:

* Fonte primária de energia, particularmente no exercício de alto-rendimento;

* Regulam o metabolismo das gorduras e das proteínas;

* Sintetizam o glicogênio muscular e hepático (essenciais no exercício de alta intensidade).


Consumo de Carboidratos e Reserva de Glicogênio:

- Os Carboidratos são a principal fonte energética para os atletas e o consumo glicídico influencia diretamente a reserva de glicogênio e a capacidade que o atleta possui em treinar e competir;

Atletas de endurance quando apresentam dieta pobre em carboidratos, e conseqüentemente pouco glicogênio muscular , chegam a exaustão e a fadiga muito mais rapidamente do que aqueles que possuem uma dieta glicídica normal.


* Propriedades Ergogênicas dos Carboidratos

Estudos demonstraram que homens atletas que ingeriram dietas ricas em carboidratos durante três dias, armazenaram quase o dobro de sua quantidade normal de glicogênio muscular.

Essa prática é denominada dieta de supercompensação e é amplamente utilizada por atletas de endurance, proporcionando ótimos resultados com relação ao cansaço e a fadiga.

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Lipídios: Serão eles vilões?
As duas substâncias mais conhecidas dessa categoria orgânica são as gorduras e os óleos. Se por um lado, esses dois tipos de lipídios preocupam muitas pessoas por estarem associadas a altos índices de colesterol no sangue, por outro, eles exercem importantes funções no metabolismo e são fundamentais para a sobrevivência da maioria dos seres vivos. Um dos papéis dos lipídeos é o de funcionar como eficiente reserva energética. Ao serem oxidados nas células, geram praticamente o dobro da quantidade de calorias liberadas na oxidação de igual quantidade de carboidratos. outro papel dos lipídios é o de atuar como eficiente isolante térmico, notadamente nos animais que vivem em regiões frias. Depósitos de gordura favorecem a flutuação em meio aquático; os lipídios são menos densos que a água.
Além desses dois tipos fundamentais de lipídios, existem outros que devem ser lembrados pelas funções que exercem nos seres vivos. São as ceras, os fosfolipídios, os esteróides, as prostaglandinas e os terpenos.

as ceras existem na superfície das folhas dos vegetais e nos esqueletos de muitos animais invertebrados (por exemplo, os insetos e os carrapatos) funcionam como material impermeabilizante. Não devemos esquecer dos depósitos de cera que se formam nas nossas orelhas externas como função protetora;
os fosfolipídios são importantes componentes das membranas biológicas (membrana plasmática e de muitas organelas celulares);
os esteróides são lipídeos que atuam como reguladores de atividades biológicos;
as prostaglandinas atuam como mensageiros químicos nos tecidos de vertebrados;
os terpenos estão presentes em alguns pigmentos de importância biológica, como a clorofila e os carotenóides.