quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Doença de von Willebrand é uma doença hemorrágica hereditária causada por uma diminuição ou uma disfunção da proteína chamada de fator de von Willebrand (FvW). Isto ocorre devido à mutação no cromossomo 12 e é caracterizada por deficiência qualitativa ou quantitativa do fator de von Willebrand. A diversidade de mutações leva ao aparecimento das mais variadas manifestações clínicas possibilitando a divisão dos pacientes em vários tipos e subtipos clínicos. A coagulopatia se manifesta basicamente através da disfunção plaquetária associada à diminuição dos níveis séricos do fator VIII coagulante. Existindo também casos raros de doença de von Willebrand adquirida. Foi descrita pela primeira vez em 1925 pelo médico finlândes Erik Adolf von Willebrand.
A doença de von Willebrand é a doença hemorrágica mais comum e atinge cerca de 2% da população mundial atingindo igualmente ambos os sexos porém mulheres tem mais probabilidade de ter a doença diagnosticada pelas manifestações durante a menstruação.
 Doença de von Willebrand


         



 

DOENÇAS HEMATOLÓGICAS
 
O sangue é, basicamente, formado por uma parte líquida (o plasma) e por células (hemácias, plaquetas e leucócitos). O plasma contem proteínas que entre outras ações atuam na defesa do organismo e ajudam a controlar hemorragias, as hemácias transportam o oxigênio para todo o organismo, as plaquetas controlam sangramentos e os leucócitos combatem infecções.
A Hematologia é a especialidade médica que estuda as doenças que envolvem o sistema hematopoético, ou seja, tecidos e órgãos responsáveis pela proliferação, maturação e destruição das células do sangue (hemácias, leucócitos e plaquetas). A hematologia também estuda os distúrbios de coagulação que envolvem substâncias contidas no plasma.

Quais são as doenças hematológicas?
 
As doenças hematológicas, as quais o hematologista diagnostica e trata, são classificadas em três grandes grupos:

ANEMIAS
- hemolíticas
- aplásticas
- megaloblásticas

ALTERAÇÕES DA COAGULAÇÃO
- púrpuras
- hemofilias
- doença de von Willebrand
- outras alterações da coagulação


DOENÇAS PROLIFERATIVAS E INFILTRATIVAS
- leucemias agudas e crônicas

- linfomas

- mielodisplasias

- mieloma múltiplo

- síndromes mieloproliferativas

- doença de Gauche

- doença de Niemann-Pick



quinta-feira, 24 de outubro de 2013


 Tecido conjuntivo

O tecido conjuntivo distingue-se dos outros tipos de tecidos pelo facto de ser constituído por células separadas umas das outras por uma abundante matriz extra-celular. Esta que é não viva é a base para a classificação do tecido conjuntivo em subgrupos.

Células do tecido conjuntivo
As células especializadas dos vários tecidos conjuntivos produzem a matriz extracelular, são elas: Blastos que criam a matriz, Citos que mantêm a matriz e Clastos que degradam-na para reconstrução. A matriz extracelular tem três componentes principais: fibras proteicas, substância fundamental constituída por proteínas não fibrosas e por outras moléculas e líquido. A estrutura da matriz dá aos tipos de tecido conjuntivo a maior parte das suas características funcionais tais como a capacidade de suportar peso (ossos e cartilagens), suportar tensões (tendões e ligamentos) e suportar incisões, feridas e outras agressões (derme da pele).

  • Tecido conjuntivo laxo ou celular
LOCALIZAÇÂO: Largamente distribuído através do corpo; substância sobre a qual repousam as membranas basais e epiteliais; revestimento entre glândulas, músculos e nervos. Liga a pele aos tecidos subjacentes. ESTRUTURA: Células (fibroblastos, macrófagos e linfócitos) numa fina rede de fibras, a maior parte de colagénio. Funde-se frequentemente com o tecido conjuntivo mais denso. FUNÇÂO: Revestimento laxo, apoio e alimento para as estruturas com que se encontra associado.

  • Tecido conjuntivo denso regular colagénico (tecido tendinoso)
LOCALIZAÇÂO: Tendões ( inserem os músculos nos ossos) e ligamentos (ligam os ossos entre si) ESTRUTURA: Matriz composta por fibras de colagénio orientadas aproximadamente na mesma direcção. FUNÇÂO: Capacidade para suportar grandes forças de tensão exercidas na direcção da orientação das fibras, grande força de tensão e resistência à distenção.

  • Tecido conjuntivo denso ordenado elástico
LOCALIZAÇÂO: ligamentos entre as vértebras e ao longo da parte posterior do pescoço (nuca) e nas cordas vocais. ESTRUTURA: Matriz composta de fibras de colagénio e de elastina dispostas regularmente. FUNÇÃO: Capaz de se distender e de se encurtar como uma banda de borracha com força na direcção da orientação das fibras.

  • Tecido conjuntivo denso não ordenado colagénico
LOCALIZAÇÃO: Bainha; derme; invólucros de órgãos e septos; revestimento exterior de canais e canalículos do organismo. ESTRUTURA: Matriz composta de fibras de colagénio dispostas em todas as direcções (tecido fibroso) ou em planos entrecruzados de fibras orientadas aproximadamente numa única direcção (tecido aponevrótico). FUNÇÃO: Força de tensão capaz de sopurtar distensões em todas as direcções.

  • Tecido conjuntivo denso nãos ordenado elástico
LOCALIZAÇÃO: Artérias elásticas ESTRUTURA: Matriz ocmposta por agregados de bainhas de fibras do colagénio e elastina orientadas em múltiplas direcções. FUNÇÃO: Capaz de exercer força em várias direcções, distendendo ou encurtando.

  • Tecido adiposo
LOCALIZAÇÃO: Predominantemente em áreas subcutâneas, mesentéricos, bacinetes, em redor dos rins, revestindo a superfície exterior do cólon e em tecido conjuntivo laxo que penetra em espaços e fendas. ESTRUTURA: Pouco material extracelular a rodear as células. Os adipocitos encontram-se tão preenchidas de líquidos que o citoplasma é empurrado para a periferia da célula. FUNÇÃO: Revestimento de material, isolador térmico, armazenamento de energia e protecção dos órgãos contra frimentos por colisão ou vibração.

  • Tecido reticular
LOCALIZAÇÃO: Nos gânglios linfáticos, baço e medula óssea. ESTRUTURA: Rede fina de fibras de reticulina irregularmente dispostas. FUNÇÃO: Premite uma rede de suporte para os tecidos linfático e hematopoético.

  • Medula óssea
LOCALIZAÇÃO: Nas cavidades medulares dos ossos. Dois tipos: Medula amarela (tecido adiposo na maioria) nos corpos dos ossos longos; e medula vermelha (tecido hematopoético) nas extremidades dos osso longos e em ossos curtos, planos e de forma irregular. ESTRUTURA: Estrutura reticular com numerosas células formadoras do sangue (medula vermelha). FUNÇÃO: Produção de novos glóbulos sanguíneos (medula vermelha)

  • Cartilagem hialina
LOCALIZAÇÃO: Ossos longos em crescimento, anéis cartilagíneos do sistema respiratório, cartilagem costal, cartilagem nasal, ossos das articulações superficiais e esqueleto embrionário. ESTRUTURA: Fibras de colagénio pequenas e dispersas uniformemente na matriz, tornando-a transparente. As células da cartilagem ou condrócitos encontram-se em espaços ou lacunas, na matriz rígida. FUNÇÃO: Premite o crescimento dos ossos longos. Confere rigidez com alguma flexibilidade na traqueia, bronquios, costelas e nariz. Forma superfícies articulares rugosas ou lisas e no entanto algo flexíveis. Forma o esqueleto embrionário.

  • Cartilagem fibrosa
LOCALIZAÇÃO: Discos intervertebrais, sinfise púbica, meniscos interarticulares. ESTRUTURA: Fibras de colagénio, semelhantes às fibras de cartilagem hialina. As fibras sãomais numerosas do que em outras cartilagens e dispo~em-se em agregados espessos. FUNÇÃO: Algo flexível e capaz de suportar pressões consideráveis. Relaciona estruturas sujeitas a grandes pressões.

  • Cartilagem elástica
LOCALIZAÇÃO: Ouvido externo, epiglote e trompas de Eustáquio. ESTRUTURA: Semelhante à cartilagem hialina, mas a matriz contem também fibras de elastina. FUNÇÃO: Confere rigidez com ainda maior flexibilidade que a cartilagem hialina uma vez que as fibras elásticas retornam à sua forma original depois de distendidas.

  • Osso esponjoso
LOCALIZAÇÃO: No interior dos ossos do crânio, vértebras, esterno e pélvis; encontrado também nas extremidades dos ossos longos. ESTRUTURA: Rede entrançada de estruturas caracterizadas por trabéculas com grandes espaços entre elas. Os osteócitos ou células ósseas localizam-se no interior de lacunas nas trabéculas. FUNÇÃO: Funciona como uma armação provedora de força e suporte, sem o peso elevado dos ossos sólidos.

  • Ossos compacto
LOCALIZAÇÃO: Partes exteriores de todos os ossos e diáfises dos ossos longos. ESTRUTURA: Dura, matriz óssea predominante. Muitos osteócitos encontram-se localizados em lacunas distribuídas de forma circular em torno dos canais centrais. Pequenas passagens ligam lacunas adjacentes. FUNÇÕES: Providencia grande força e suporte. Forma nos ossos um revestimento exterior sólido, que os impede de ser facilmente fracturados ou prefurados.

  • Sangue
LOCALIZAÇÃO: Nos vasos sanguíneos. Produzido pelos tecidos hematopoéticos. Os leucócitos abandonam frequentemente os vasos sanguíneos e passam para os espaços intersticiais. ESTRUTURA: Vasos sanguíneos e matriz líquida. FUNÇÃO: Transporte de oxigénio, dióxido de carbono, hormonas, nutrientes, produtos de excreção e outras substâncias. Protege o corpo de infecções e encontra-se envolvido na regulação da temperatura.


quarta-feira, 23 de outubro de 2013

                                                                                   

Neste video você vai poder aprender um pouco mais sobre o tecido conjuntivo propriamente dito.





  



quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Neste video, temos a simulação em 3D, de como funciona a fertilização in vitro. Um video muito interesante e atrativo, que mostra de uma forma simples, como esse metodo funciona. Metodo pelo qual hoje, muitas familias optam, por esse metodo, que cada vez mais é cumum. Quantas pessoas hoje, podem ser beneficiadas, com a fertilização, mulheres que sonham em formar uma familia, e ter filhos, mas que por uma eventualidade, esse sonho não pode se concretizar, hoje é mais possivel, realizar o sonho de ter filhos, já que a inseminação, é cem porcento com possibilidades possitivas de dar certo, e poder ter um filho. Acompanhando o video, você entenderá melhor como funciona.

terça-feira, 15 de outubro de 2013

Avanços biologicos

Nos dias atuais, em um mundo totalmente avançado, onde os avanços da tecnologia estão sempre ao nosso redor, tudo em um clik. Modernidades que evoluiram com o passar do tempo, hoje, vivemos em um novo mundo, a era das tecnologias, elas que tanto nos impressionaram a cada dia, ela e seus avanços. Mais esses avanços, não aconteceram só em meia as máquinas não, com ajuda das tecnologias, hoje é possivel ingravidar, fazendo a fertilização in vitro, o que esta totalmente fora do metodo tradicional, onde o ovulo é fecundado fora da bariga da mulher. Avanços que com o pregresso dos novos tempos, vem beneficiando há muitos, como algumas mulheres, que sonham em ter um bebê, mesmo que não seja possivel pelo metodo tradicional, ou outros fatores, tanto por parte da futura mãe ou pai, ou até mesmo se é possivel, engravidar, sem a necessidade e um homem. Assim como os avanços ocoreram em meio as maquinas, ocoreu tambem em meio a ciencia. Outros estudos que se pode ter mais conhecimento, é sobre as celulas tronco, doenças degenerativas, e infecto contagiosas, ou mesmo geneticas.

Saiba mais sobre a fertilização in vitro, ou acesse:

http://www.minhavida.com.br/familia/tudo-sobre/16499-fertilizacao-in-vitro-o-famoso-bebe-de-proveta

O que é a Fertilização In Vitro

A técnica consiste na coleta dos gametas para que a fecundação seja feita em laboratório e depois na transferência desses embriões de volta para o útero materno. O método foi usado pela primeira vez na Inglaterra em 1978 e foi trazido ao Brasil em 1983. Nessa época ele era conhecido como bebê de proveta.

Outros nomes

Bebê de proveta                                                                           

Como é feita a Fertilização In Vitro

O primeiro passo é fazer a coleta dos gametas. Os espermatozoides são obtidos por meio de masturbação. Alguns homens não apresentam gametas no sêmen, e nesses casos é preciso fazer uma punção ou biopsia para retirá-los diretamente dos testículos. Nas mulheres é feita uma indução de ovulação com os mesmos medicamentos usados no coito programado. Eles podem ser usados por via oral (citrato de clomifeno) ou por injeções subcutâneas (gonadotrofinas) e normalmente são estimulados até 12 folículos para uma produção maior de óvulos para coleta. Mas em casos em que não há mais produção de gametas, como mulheres na menopausa e alguns homens que não sintetizam espermatozoides, é indicado o uso de gametas doados.

Depois de coletados, é feita uma seleção dos espermatozoides e depois eles e um óvulo são colocados em uma cultura. São usados cerca de 100 a 200 mil gametas masculinos para cada feminino, um deles irá chegar até o óvulo e o embrião depois será formado. O processo é idêntico ao ocorrido dentro do útero, com a diferença que ocorre em laboratório, portanto não há riscos de malformação maiores do que numa fecundação natural. Existe um risco de que a fecundação não ocorra, mas é algo muito raro. Tudo depende da qualidade do material utilizado.

Quando o embrião já está pronto ele é colocado no útero da mulher. A quantidade de embriões depende da idade da mulher: 2 para mulheres com menos de 35 anos, 3 para quem tem até 40 anos e 4 depois dessa idade. O processo é semelhante ao exame Papanicolau, é usado um bico de pato e depois um cateter bem fino é inserido na vagina da mulher. Um ultrassom orienta o médico sobre o local onde deve ser colocado o embrião, normalmente a 1 centímetro do fundo do útero. A sensação pode criar um ligeiro desconforto. Por fim, após 12 ou 14 dias, é feito o exame para detectar se houve sucesso no método. 

Duração do tratamento

Contando com a estimulação, a fecundação in vitro, a reimplantação dos gametas e o exame que detectará o sucesso ou não do procedimento, a Fertilização in Vitro costuma durar em torno de 25 dias. 

Para quem a Fertilização In Vitro é indicada

Normalmente a técnica é utilizada para casais em que a mulher tenha problemas nas trompas ou endometriose, o que pode dificultar a chegada dos espermatozoides até o óvulo. Também pode ser feita em casos de problemas na produção de gametas no homem.

Outra situação em que o tratamento é indicado ocorre quando é preciso que seja feita a doação de óvulos, no caso de mulheres que não o produzem mais ou em casos de casais homossexuais masculinos. 

Preparação da Fertilização In Vitro

Toda mulher que deseja engravidar precisa de cuidados importantes para a saúde, como ter uma alimentação adequada, praticar atividades físicas, reduzir a ingestão de álcool, não fumar e fazer a suplementação de ácido fólico. Também é válido procurar verificar se há alguma doença que possa prejudicar a gravidez, como hipertensão ou diabetes. 

O que esperar da Fertilização In Vitro

Normalmente as chances de sucesso estão ligadas à idade do óvulo, já que eles existem na mulher desde a infância e também passam pelo processo de envelhecimento celular. Mulheres com menos de 35 anos tem 60% de chances. Entre 35 e 38 anos, as chances caem para 40%, e continuam a baixar para 30% até os 40 anos, passando para 8% depois. 

Riscos da Fertilização In Vitro

Como o embrião é fecundado fora do útero e depois transferido de volta, existe uma pequena chance de que ele se desenvolva fora do útero, a chamada gravidez ectópica, que pode colocar a vida da mulher em risco. Para reduzir as chances desse tipo de gestação, o embrião normalmente é colocado a 1 centímetro do fundo do útero.

Como mais de um embrião é transferido, há um risco de gravidez gemelar que varia de 25 a 30% em mulheres abaixo de 35 anos. Esse tipo de gestação é considerada de risco pois normalmente acarreta em parto prematuro, perigosos para a mãe e para o feto.

Por haver estimulação dos ovários, pode ocorrer a Síndrome da Hiperestimulação do Ovário (SHO). Nela há uma maior produção do hormônio estradiol, que pode acarretar em trombose depois que a mulher engravida e aumentar o inchaço do corpo. 

Contraindicações da Fertilização In Vitro

O uso dos medicamentos para indução de ovulação é contraindicado para mulheres com em carcinoma ovariano, uterino ou mamário e tumores do hipotálamo ou da glândula pituitária. 

Onde encontrar o tratamento

Por ser um tratamento que envolve uma equipe multidisciplinar com ginecologista, urologista e embriologistas, o ideal é procurar uma clínica ou hospital de confiança. Para isso, vale receber indicações de quem já passou pela técnica e pesquisar sobre os locais de sua escolha.

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Neste video você vai aprender um pouco mais sobre a formação de um feto, desde a fecundação, passando pelo seu processo de desenvolvimento e formação, em um video muito bem explicado. Todo o processo de desenvolvimento e origem de uma vida, que não se dá apenas no momento em que a mulher entra em trabalho de parto, mais sim, desde o momento em que há a fecundação, neste momento, se da origem ao desenvolvimento de uma nova vida, a formação de todos os seus orgão e tecidos, onde celulas se multiplicam a cada dia, em um processo embrionário evoluntivo.
Formação de um feto




 

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Origem da vida: 
Algum dia nos perguntamos ou vamos nos perguntar de onde vinhemos, como fomos gerados? uma duvida que sempre cercou o homem, e que o desafiou a procurar explicaçoes para a origem da vida, de plantas animais, e do proprio ser humanos. A embriologia, ela esplica a formação dos seres vivos.
Embriologia é uma ciência que trata do desenvolvimento de um embrião a partir da fecundação do óvulo para a origem de um feto. Após a clivagem, as células em divisão, ou mórula, torna-se uma bola oca, ou blástula, que desenvolve um buraco ou poros em uma extremidade. O processo de formação de diversas especes, é diferente, como: insetos, vermes, aves, mamiferos, peixes, e o proprio homem. A funcionalidade da embriolgia, hoje é de grande importancia, onde podemos enxergar mais longe os limites da ciencia, que na verdade, é não ter limites, é sempre ir mais longe, buscando contribuir mais e mais, ajudando a compreender a forção de todos os seres.

Mais informações, disponivel em:    
http://professor-adelson.blogspot.com.br/2012/11/roteiro-provao-9-ano-teleyos-4-bim-2012.html 

 
                                       NOÇÕES DE EMBRIOLOGIA

OS GAMETAS  OU CÉLULAS SEXUAIS DOS ANIMAIS
O espermatozoide é a célula reprodutiva de todos os animais machos
Os espermatozoides são gametas masculinos produzidos durante aespermatogênese que ocorre nos testículos. Células leves e móveis, osespermatozoides se desenvolvem a partir das espermátides e se movimentam em direção ao óvulo com uma velocidade de 1mm/min a 4mm/min em média. Osespermatozoides são dotados de cabeça, colo ou peça intermediária, ecauda ou flagelo.
A cabeça do espermatozoide tem forma oval e é quase totalmente ocupada pelo núcleo, composto de cromossomos paternos. Na parte superior da cabeça há o acrossoma, oriundo da junção de vesículas do aparelho de Golgi e que consiste em uma bolsa cheia de enzimas com a função de facilitar a penetração do espermatozoide no óvulo durante a fecundação.
O colo, também chamado de peça intermediária, contém mitocôndrias que produzem o trifosfato de adenosina (ATP), essencial para o movimento dos flagelos. Já a cauda ou flagelo desenvolve-se a partir do centríolo e tem a função de impulsionar o espermatozoide pelo aparelho reprodutor feminino.

Os espermatozoides ficam mergulhados em um fluido produzido pelas glândulas seminais e pela próstata. Esse fluido é nutritivo para os espermatozoides e é expulso do corpo no momento da ejaculação. Uma vez no sistema reprodutor feminino, os espermatozoides conseguem fecundar um óvulo no período de 48 a 72h.



  

 

quarta-feira, 19 de junho de 2013

Sintomas de Diabetes

Principais sintomas do diabetes tipo 1:

  • vontade de urinar diversas vezes
  • fome freqUente
  • sede constante
  • perda de peso
  • fraqueza
  • fadiga
  • nervosismo
  • mudanças de humor
  • náusea e vômito.

Principais sintomas do diabetes tipo 2:

  • infecções frequentes
  • alteração visual (visão embaçada)
  • dificuldade na cicatrização de feridas
  • formigamento nos pés e furúnculos.

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Insulina, glucagon e glicose sangüínea
Como a diabetes é uma doença que afeta a habilidade do corpo de usar glicose, vamos começar vendo o que é glicose e como seu corpo a controla.Glicose é um açúcar simples que fornece energia para todas as células do seu corpo. As células captam a glicose do sangue e a quebram para obter energia. Algumas células, como as células cerebrais e as células sangüíneas vermelhas, dependem somente da glicose para combustível. A glicose do sangue vem do alimento que você come


Uma molécula de glicose

Quando você come um alimento, a glicose é absorvida pelos intestinos e distribuída através da corrente sangüínea para todas as células do corpo. Seu corpo tenta manter um suprimento constante de glicose para as células, mantendo uma concentração constante de glicose no sangue, caso contrário, as células teriam mais glicose do que o necessário logo após a refeição e ficariam sem nada entre as refeições e durante a noite. Portanto, quando você tem um suprimento excessivo de glicose, o corpo armazena o excesso no fígado e nos músculos fabricando glicogênio, que é feito de cadeias longas de glicose. Quando as reservas de glicose estão baixas, seu corpo mobiliza a glicose armazenada como glicogênio e/ou estimula você a comer. O importante é manter um nível constante de glicose no sangue.
Para manter um nível constante de glicose no sangue, seu corpo depende de dois hormônios produzidos no pâncreas que têm ações opostas:insulina e glucagon.

O pâncreas tem muitas ilhotas que contêm células beta produtoras de insulina e células alfa produtoras de glucagon
Pâncreas
Seu pâncreas está localizado no abdome, abaixo do estômago. Produz muitas enzimasdigestivas que quebram os alimentos (função exócrina) e hormônios (função endócrina) que regulam a glicose no sangue.
Insulina é feita e secretada pelas células beta das ilhotas pancreáticas, pequenas ilhas de células endócrinas no pâncreas. A insulina é um hormônio protéico que contém 51 aminoácidos. Ela é necessária para quase todas as células do corpo, mas seus principais alvos são as células do fígado, células adiposas e células musculares. Nessas células, a insulina faz o seguinte:
  • estimula as células do fígado e dos músculos a armazenar glicose em forma de glicogênio;
  • estimula as células adiposas a formar gorduras a partir de ácidos graxos e glicerol;
  • estimula as células do fígado e dos músculos a fazer proteínas a partir de aminoácidos;
  • impede as células do fígado e dos rins de fazer glicose a partir de compostos intermediários das vias metabólicas (gliconeogênese).
Desse modo, a insulina armazena os nutrientes logo após uma refeição, diminuindo assim as concentrações de glicose, ácidos graxos e aminoácidos na corrente sangüínea.

A insulina e o glucagon têm efeitos opostos sobre o fígado e outros tecidos no controle dos níveis de glicose sangüínea
Glucagon
Em concentrações muito altas, geralmente acima dos níveis máximos encontrados no corpo, o glucagon pode agir sobre as células adiposas degradando as gorduras em ácidos graxos e glicerol, liberando os ácidos graxos na corrente sangüínea. Contudo, isso é um efeito farmacológico e não fisiológico.
Então, o que acontece quando você não come? Quando está em jejum, o pâncreas libera glucagon para que seu corpo possa produzir glicose. O glucagon é outro hormônio protéico feito e secretado pelascélulas alfa das ilhotas pancreáticas. O glucagon age nas mesmas células que a insulina, mas tem efeitos opostos:
  • estimula o fígado e os músculos a quebrarem o glicogênio armazenado (glicogenólise) e liberar glicose;
  • estimula a gliconeogênese no fígado e rins.
Diferente da insulina, o glucagon mobiliza glicose das reservas de dentro do corpo e aumenta as concentrações de glicose na corrente sangüínea; caso contrário, a glicose do seu sangue cairia para níveis perigosamente baixos.
E como o seu corpo sabe quando deve secretar glucagon ou insulina? Normalmente, os níveis de insulina e glucagon são equilibrados na corrente sangüínea. Por exemplo, logo após comer uma refeição seu corpo está pronto para receber a glicose, ácidos graxos e aminoácidos absorvidos da comida. A presença dessas substâncias no intestino estimula as células beta do pâncreas a liberarem insulina no sangue e impedir as células pancreáticas alfa de secretarem glucagon. Os níveis de insulina no sangue começam a subir e agem sobre as células (particularmente do fígado, adiposas e musculares) para que absorvam as moléculas de glicose, ácidos graxos e aminoácidos que estão entrando. Essa ação da insulina impede que a concentração de glicose no sangue (assim como as concentrações de ácidos graxos e de aminoácidos) aumentem substancialmente na corrente sangüínea. Desse modo, seu corpo mantém uma concentração constante de glicose sangüínea em particular.
Por outro lado, quando você está entre as refeições ou dormindo, seu corpo fica essencialmente em inanição. Suas células precisam de suprimentos de glicose do sangue para continuar funcionando. Durante esses períodos, pequenas quedas nos níveis de açúcar do sangue estimulam a secreção de glucagon pelas células alfa pancreáticas e inibem a secreção de insulina das células beta. Os níveis de glucagon no sangue aumentam. Ele age sobre os tecidos do fígado, músculos e rins para mobilizar glicose a partir de glicogênio ou para fazer glicose que seja liberada no sangue. Essa ação impede que a concentração de glicose no sangue caia drasticamente.
Como você pode ver, o intercâmbio entre a secreção de insulina e de glucagon ao longo do dia ajuda a manter a concentração de glicose do seu sangue constante, ficando em cerca de 90 mg por 100 ml de sangue (5 milimolares).

terça-feira, 11 de junho de 2013

Manteiga ou margarina

O que devo comer? Margarina ou manteiga?Esta, certamente, é a dúvida da maioria dos consumidores na hora de comprar um produto para passar no pão.As margarinas são feitas a partir de óleos vegetais líquidos que passam por um processo químico para se tornarem sólidas e cremosas, sendo uma destas modificações o processo de hidrogenação que leva a formação de gorduras trans, a qual reduz o bom colesterol (HDL) e eleva o mau colesterol (LDL). Outro processo é o de interesterificação, aonde se adiciona hidrogênios ao óleo. Todas as margarinas com zero trans têm gordura interesterificada. Foi uma forma de os fabricantes substituírem a trans sem fazer com que os produtos ficassem menos cremosos. Essa gordura é um óleo vegetal modificado quimicamente. Como o processo é recente, não há conclusões sobre qual seria a reação do organismo humano em relação a esse tipo de gordura.A manteiga é um alimento de origem animal, é um produto derivado do leite, obtida por meio do batimento do creme de leite (nata). Essa é uma das vantagens do alimento, mais fácil metabolizar a gordura natural do que as modificadas quimicamente. Por outro lado, a quantidade de gordura saturada e, consequentemente, de colesterol, é alta. A manteiga não tem gordura hidrogenada nem interesterificada, portanto é sempre zero gordura trans.A manteiga já foi vista como prejudicial à saúde por ser fonte de colesterol. Hoje se sabe que o seu consumo moderado não é o grande causador da obesidade e das doenças cardíacas. Estudos indicam que os maiores problemas estão no consumo de gorduras trans e na ingestão excessiva de ácidos graxos ômega 6 combinado a pequeno consumo de ácidos graxos ômega 3.De maneira geral, é mais comum consumir margarina, com o objetivo de se evitar o colesterol e as gorduras saturadas presentes na manteiga, principalmente pelas pessoas que apresentam níveis elevados de colesterol sérico (sanguíneo). Porém, as gorduras trans inibem a ação de enzimas específicas do fígado, o que favorece a síntese do colesterol. Conseqüentemente, o consumo de margarina propicia o aumento dos níveis de colesterol e triglicerídeos e a diminuição do HDL (bom colesterol), por mecanismos indiretos.A margarina vegetal não contém nenhum colesterol, mas faz subir o colesterol sanguíneo por ser saturada artificialmente. Então a escolha é entre duas gorduras saturadas, uma natural e rica em vitamina A, a manteiga, e a outra artificial e rica em aditivos químicos, a margarina.

http://www.socergs.org.br/publico/index.php?option=com_content&view=article&id=22:manteiga-ou-margarina&catid=2:habitos-saudaveis&Itemid=4

segunda-feira, 10 de junho de 2013


ÓLEO DE PRIMULA


São ácidos graxos poliinsaturados que pertencem ao grupo das chamadas gorduras, é a forma mais comum do ácido graxo essencial Ômega-6, rico em ácido linolênico (LA) e ácido gamalinolênico (GLA). Muito usado no tratamento da tensão pré-menstrual, doenças cardiovasculares e processos inflamatórios.
Estudos mostram que o acido gamalinolênico, contido no óleo de prímula possui atividades anticancerígenas. É consenso científico de que é necessário equilibrar a quantidade de ácidos graxos poliinsaturados ômega-6 das dietas e aumentar a concentração de ácidos graxos ômega-3.

Benefícios do Óleo de Prímula
  • Auxilia no tratamento da TPM;
  • Auxilia no tratamento da psoríase;
  • Auxilia no tratamento da depressão;
  • Auxilia no tratamento do alcoolismo;
  • Auxilia no tratamento da diabete melito;
  • Auxilia no tratamento da retenção hídrica;
  • Auxilia no tratamento da dermatite atópica;
  • Auxilia no tratamento da artrite reumatóide;
  • Auxilia no tratamento da síndrome de Sjögren.
ÓLEO DE LINHAÇA

A semente da linhaça é extremamente eficiente na melhora do funcionamento intestinal e ainda possui um efeito levemente diurético ajudando na diminuição da retenção hídrica. Ela também é a maior fonte alimentar de lignanas, um fitoesteróide que possui em leve efeito estrogênico, sendo útil, portanto, tanto na TPM como na menopausa.

Benefícios do óleo de linhaça:

• Combate os radicais livres;
• Aumenta sensação de saciedade;
• Reduz a agregação das plaquetas;
• Reduz os triglicerídeos;
• Reduz o colesterol LDL e aumenta o HDL;
• Protege contra as doenças cardiovasculares;
• Protege contra as doenças degenerativas cerebrais;
• Auxilia no tratamento da psoríase;
• Auxilia no tratamento da depressão;
• Auxilia no tratamento do alcoolismo;
• Auxilia no tratamento da diabete melito;
• Auxilia no tratamento da retenção hídrica;
• Auxilia no tratamento da dermatite atópica;
• Auxilia no tratamento da artrite reumatóide;
• Auxilia no tratamento da doença de Alzheimer;
• Auxilia no tratamento da doença de Parkinson;
• Auxilia no tratamento da síndrome de Sjögren;
• Auxilia no tratamento das doenças cardiovasculares;
• Auxilia no tratamento da esclerose lateral amiotrófica;
• Auxilia no tratamento de qualquer doença inflamatória;
• Auxilia no tratamento das doenças inflamatórias intestinais.

ÓLEO DE CÁRTAMO

Estudos indicaram que esse óleo contém substâncias que atuam obrigando o organismo a usar a gordura acumulada como combustível contribuindo para uma maior eliminação de gordura.
Isso acontece porque seus nutrientes conseguem inibir a ação de uma enzima específica (LPL- Lípase Lipoproteica).
A enzima LPL tem como função transferir a gordura presente na corrente sanguínea para o interior das células adiposas, responsáveis por armazenar a gordura corporal e que compõem o tecido adiposo do corpo humano. Quanto maior e mais intensa a atividade desta enzima maior quantidade de gordura é armazenada dentro das células adiposas e, como conseqüência, a pessoa engorda. Portanto, os nutrientes do óleo de Cártamo, tem a capacidade de bloquear da ação da LPL, o que obriga o organismo a utilizar o estoque de gordura já existente como fonte de energia gerando a chamada lipólise, que é a queima de gordura.

Benefícios do Óleo de Cártamo
  • Acelerador Metabólico;
  • Inibidor natural da LPL* (enzima *Lipase Lipoprotéica responsável pelo aumento das células de gordura no corpo);
  • Promove Lipase obrigando o corpo a usar sua própria gordura como fonte de energia;
  • Acelera o Metabolismo e promove uma maior combustão da Gordura;
  • Ajuda na diluição dos Lipídeos, redução da Celulite e da Gordura Localizada;
  • Diminui as taxas de Colesterol, potencializa o sistema imunológico e tem propriedades anti-inflamatórias.
- Normaliza a circulação sanguínea e o ritmo do coração
- Combate a osteoporose
- Melhora o funcionamento das atividades do cérebro
- Evita doenças auto-imunes
- Dificulta o desenvolvimento de processos inflamatórios
- Ajuda a diminuir os níveis de triglicerídeos e colesterol no sangue.
Ajuda também na saúde ocular, pois previne a síndrome do olho seco e o desenvolvimento da degeneração macular. Ajuda também nos cabelos.
Seu uso previne doenças como: doença de Alzheimer, diabetes, hiperatividade, distúrbios de déficit de atenção e depressão.
Os principais benefícios do ômega 3 para o nosso organismo são:
Atividade anti-trombos, ou seja, atua contra o entupimento dos vasos sanguíneos, redução da pressão arterial, redução dos níveis de colesterol e triglicérides e atividade anti-inflamatória.
O ômega 3 ainda ajuda na prevenção no surgimento de algumas doenças como: câncer, declínio mental, artrite reumatóide, diabetes, asma, acidente vascular cerebral e síndromes inflamatórias intestinais.
O ômega 3 ainda ajuda a melhorar o humor, o sistema imunológico e também o aprendizado.

O óleo de Cártamo é um anti-oxidante natural que possui propriedades que podem acelerar o metabolismo das gorduras, auxiliando assim, no controle da obesidade.

ÔMEGA 3 - ÓLEO DE SALMÃO
 Benefícios para a saúde:

- Controle da pressão arterial;
Estudos revelam que o óleo de peixe, rico em ômega 3 tem efeito anti-inflamatório, ajudando na redução da inflamação das articulares, diminui o risco de artrite e é totalmente benéfico, pois retarda o envelhecimento precoce da pele, previne as rugas e ainda desempenha um papel de extrema importância na regulação da função celular e mantém a flexibilidade, a elasticidade da pele, diminuindo também os efeitos negativos dos raios UV sobre a pele.

quarta-feira, 5 de junho de 2013


Função dos Carboidratos no Corpo Humano

Carboidratos 

Funções:

* Fonte primária de energia, particularmente no exercício de alto-rendimento;

* Regulam o metabolismo das gorduras e das proteínas;

* Sintetizam o glicogênio muscular e hepático (essenciais no exercício de alta intensidade).


Consumo de Carboidratos e Reserva de Glicogênio:

- Os Carboidratos são a principal fonte energética para os atletas e o consumo glicídico influencia diretamente a reserva de glicogênio e a capacidade que o atleta possui em treinar e competir;

Atletas de endurance quando apresentam dieta pobre em carboidratos, e conseqüentemente pouco glicogênio muscular , chegam a exaustão e a fadiga muito mais rapidamente do que aqueles que possuem uma dieta glicídica normal.


* Propriedades Ergogênicas dos Carboidratos

Estudos demonstraram que homens atletas que ingeriram dietas ricas em carboidratos durante três dias, armazenaram quase o dobro de sua quantidade normal de glicogênio muscular.

Essa prática é denominada dieta de supercompensação e é amplamente utilizada por atletas de endurance, proporcionando ótimos resultados com relação ao cansaço e a fadiga.

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Lipídios: Serão eles vilões?
As duas substâncias mais conhecidas dessa categoria orgânica são as gorduras e os óleos. Se por um lado, esses dois tipos de lipídios preocupam muitas pessoas por estarem associadas a altos índices de colesterol no sangue, por outro, eles exercem importantes funções no metabolismo e são fundamentais para a sobrevivência da maioria dos seres vivos. Um dos papéis dos lipídeos é o de funcionar como eficiente reserva energética. Ao serem oxidados nas células, geram praticamente o dobro da quantidade de calorias liberadas na oxidação de igual quantidade de carboidratos. outro papel dos lipídios é o de atuar como eficiente isolante térmico, notadamente nos animais que vivem em regiões frias. Depósitos de gordura favorecem a flutuação em meio aquático; os lipídios são menos densos que a água.
Além desses dois tipos fundamentais de lipídios, existem outros que devem ser lembrados pelas funções que exercem nos seres vivos. São as ceras, os fosfolipídios, os esteróides, as prostaglandinas e os terpenos.

as ceras existem na superfície das folhas dos vegetais e nos esqueletos de muitos animais invertebrados (por exemplo, os insetos e os carrapatos) funcionam como material impermeabilizante. Não devemos esquecer dos depósitos de cera que se formam nas nossas orelhas externas como função protetora;
os fosfolipídios são importantes componentes das membranas biológicas (membrana plasmática e de muitas organelas celulares);
os esteróides são lipídeos que atuam como reguladores de atividades biológicos;
as prostaglandinas atuam como mensageiros químicos nos tecidos de vertebrados;
os terpenos estão presentes em alguns pigmentos de importância biológica, como a clorofila e os carotenóides.


quarta-feira, 22 de maio de 2013


Aminoácidos


Os aminoácidos formam a estrutura das proteínas e são essenciais para o corpo humano.
Malhadores e esportistas são as pessoas que mais se beneficiam com a suplementação de aminoácidos porque eles ajudam no reparo, crescimento e desenvolvimento do tecido muscular.
Os aminoácidos são essenciais para a produção de mais de 50 mil proteínas e mais de 15 mil enzimas, incluindo as enzimas digestivas, que devem estar em ótimo funcionamento para que você possa aproveitar ao máximo a sua alimentação e suplementação.
Os aminoácidos também influenciam no seu humor, na concentração, na agressividade, na atenção e no sono.
Depois que uma proteína é ingerida, as enzimas digestivas a quebram em aminoácidos. Os aminoácidos são, então, usados individualmente para a criação de novas proteínas e enzimas.
Os aminoácidos isolados são mais rapidamente absorvidos e assimilados do que as proteínas. Eles influenciam atividades farmacológicas e fisiológicas, como, por exemplo: o anabolismo, a regulação hormonal e as funções neurotransmissoras. Os aminoácidos individuais conseguem desempenhar funções que as proteínas não conseguem, tornando-se, assim, grandes aliados dos shakes protéicos que auxiliam no ganho de massa muscular e na melhora da performance.
Os aminoácidos individuais possuem funções e vantagens específicas, que podem também ser combinadas. Existem diversos suplementos para ajudar no consumo desses aminoácidos e aumentar sua performance.

As proteínas têm papel fundamental no organismo. Agindo na reparação e construção de tecidos, elas são essenciais em dietas para perder gordura e em exercícios físicos.
A molécula de proteína é construída a partir de seus aminoácidos. São cerca de 200 presentes na natureza, mas apenas 21 são metabolizados pelo organismo humano. Entre estes, há oito que são chamados essências  isto é, não sendo sintetizados pelo nosso organismo, devem ser fornecidos pelos alimentos. Os outros 13 produzidos no organismo são chamados de não-essenciais.
Aminoácidos essenciais: Leucina, isoleucina, valina, triptofano, metionina, fenilalanina, treonina e lisina (a histidina é um aminoácido essencial na infância).
Aminoácidos não-essenciais: Alanina, arginina, ácido aspártico, asparagina  ácido glutâmico, cistina, cisteína, glicina, glutamina, hidroxiprolina, prolina, serina e tirosina.
Os aminoácidos essenciais contribuem consideravelmente para o aumento da resistência física, pois durante as atividades de longa duração são utilizados pelos músculos para fornecimento de energia.
Dentre as fontes de proteínas completas - aquelas que contém todos os aminoácidos essenciais em quantidades e proporções ideais para atender às necessidades orgânicas - estão os ovos, o leite, a carne, o peixe e as aves. Os alimentos de alta qualidade proteica são essencialmente de origem animal, enquanto a maioria das proteínas vegetais (lentilhas, feijões, ervilhas, soja, etc) são incompleta em termos de conteúdo proteico e, portanto, possui um valor biológico relativamente menor.
Entretanto, convém compreender que todos os aminoácidos essenciais podem ser obtidos diversificando o consumo de alimentos vegetais, cada um dos quais com uma qualidade e quantidade diferentes de aminoácidos.


Como os aminoácidos agem no corpo
Uma vez penetrados na corrente sanguínea, os aminoácidos são rapidamente transportados através do corpo. Um pequeno número deles é utilizado imediatamente, dependendo das necessidades dos vários tecidos nessa ocasião. Num intervalo de tempo equivalente a 10 minutos, todos os aminoácidos são usados na síntese de proteína ou são armazenados.
O excesso de aminoácidos é utilizado como parte de energia ou estocado na forma de gordura branca. Os aminoácidos são estocados principalmente no fígado, mucosa intestinal, sangue ou no interior das células na forma de proteínas intracelulares.
Imediatamente após os aminoácidos terem penetrado na corrente sanguínea, suas concentrações se elevam discretamente, devido à rapidez com que são utilizados ou estocados. Durante o período de um dia, os aminoácidos são sistematicamente reconvocados e transportados pelo sangue até os locais onde são requisitados.
Vários gramas de proteínas são transportados a cada hora na forma de aminoácidos circulantes. O crescimento muscular depende da eficiência com que os aminoácidos atingem os tecidos que necessitam deles.