Nos dias atuais, em um mundo totalmente avançado, onde os avanços da tecnologia estão sempre ao nosso redor, tudo em um clik. Modernidades que evoluiram com o passar do tempo, hoje, vivemos em um novo mundo, a era das tecnologias, elas que tanto nos impressionaram a cada dia, ela e seus avanços. Mais esses avanços, não aconteceram só em meia as máquinas não, com ajuda das tecnologias, hoje é possivel ingravidar, fazendo a fertilização in vitro, o que esta totalmente fora do metodo tradicional, onde o ovulo é fecundado fora da bariga da mulher. Avanços que com o pregresso dos novos tempos, vem beneficiando há muitos, como algumas mulheres, que sonham em ter um bebê, mesmo que não seja possivel pelo metodo tradicional, ou outros fatores, tanto por parte da futura mãe ou pai, ou até mesmo se é possivel, engravidar, sem a necessidade e um homem. Assim como os avanços ocoreram em meio as maquinas, ocoreu tambem em meio a ciencia. Outros estudos que se pode ter mais conhecimento, é sobre as celulas tronco, doenças degenerativas, e infecto contagiosas, ou mesmo geneticas.
Saiba mais sobre a fertilização in vitro, ou acesse:
http://www.minhavida.com.br/familia/tudo-sobre/16499-fertilizacao-in-vitro-o-famoso-bebe-de-proveta
O que é a Fertilização In Vitro
A técnica consiste na coleta dos
gametas para que a fecundação seja feita em laboratório e depois na
transferência desses embriões de volta para o útero materno. O método
foi usado pela primeira vez na Inglaterra em 1978 e foi trazido ao
Brasil em 1983. Nessa época ele era conhecido como bebê de proveta.
Outros nomes
Bebê de proveta
Como é feita a Fertilização In Vitro
O primeiro passo é fazer a coleta
dos gametas. Os espermatozoides são obtidos por meio de masturbação.
Alguns homens não apresentam gametas no sêmen, e nesses casos é preciso
fazer uma punção ou biopsia para retirá-los diretamente dos testículos.
Nas mulheres é feita uma indução de ovulação com os mesmos medicamentos
usados no coito programado.
Eles podem ser usados por via oral (citrato de clomifeno) ou por
injeções subcutâneas (gonadotrofinas) e normalmente são estimulados até
12 folículos para uma produção maior de óvulos para coleta. Mas em casos
em que não há mais produção de gametas, como mulheres na menopausa e alguns homens que não sintetizam espermatozoides, é indicado o uso de gametas doados.
Depois de coletados, é feita uma seleção dos espermatozoides e depois eles e um óvulo são colocados em uma cultura. São usados cerca de 100 a 200 mil gametas masculinos para cada feminino, um deles irá chegar até o óvulo e o embrião depois será formado. O processo é idêntico ao ocorrido dentro do útero, com a diferença que ocorre em laboratório, portanto não há riscos de malformação maiores do que numa fecundação natural. Existe um risco de que a fecundação não ocorra, mas é algo muito raro. Tudo depende da qualidade do material utilizado.
Quando o embrião já está pronto ele é colocado no útero da mulher. A quantidade de embriões depende da idade da mulher: 2 para mulheres com menos de 35 anos, 3 para quem tem até 40 anos e 4 depois dessa idade. O processo é semelhante ao exame Papanicolau, é usado um bico de pato e depois um cateter bem fino é inserido na vagina da mulher. Um ultrassom orienta o médico sobre o local onde deve ser colocado o embrião, normalmente a 1 centímetro do fundo do útero. A sensação pode criar um ligeiro desconforto. Por fim, após 12 ou 14 dias, é feito o exame para detectar se houve sucesso no método.
Depois de coletados, é feita uma seleção dos espermatozoides e depois eles e um óvulo são colocados em uma cultura. São usados cerca de 100 a 200 mil gametas masculinos para cada feminino, um deles irá chegar até o óvulo e o embrião depois será formado. O processo é idêntico ao ocorrido dentro do útero, com a diferença que ocorre em laboratório, portanto não há riscos de malformação maiores do que numa fecundação natural. Existe um risco de que a fecundação não ocorra, mas é algo muito raro. Tudo depende da qualidade do material utilizado.
Quando o embrião já está pronto ele é colocado no útero da mulher. A quantidade de embriões depende da idade da mulher: 2 para mulheres com menos de 35 anos, 3 para quem tem até 40 anos e 4 depois dessa idade. O processo é semelhante ao exame Papanicolau, é usado um bico de pato e depois um cateter bem fino é inserido na vagina da mulher. Um ultrassom orienta o médico sobre o local onde deve ser colocado o embrião, normalmente a 1 centímetro do fundo do útero. A sensação pode criar um ligeiro desconforto. Por fim, após 12 ou 14 dias, é feito o exame para detectar se houve sucesso no método.
Duração do tratamento
Contando com a estimulação, a
fecundação in vitro, a reimplantação dos gametas e o exame que detectará
o sucesso ou não do procedimento, a Fertilização in Vitro costuma durar
em torno de 25 dias.
Para quem a Fertilização In Vitro é indicada
Normalmente a técnica é utilizada
para casais em que a mulher tenha problemas nas trompas ou endometriose,
o que pode dificultar a chegada dos espermatozoides até o óvulo. Também
pode ser feita em casos de problemas na produção de gametas no homem.
Outra situação em que o tratamento é indicado ocorre quando é preciso que seja feita a doação de óvulos, no caso de mulheres que não o produzem mais ou em casos de casais homossexuais masculinos.
Outra situação em que o tratamento é indicado ocorre quando é preciso que seja feita a doação de óvulos, no caso de mulheres que não o produzem mais ou em casos de casais homossexuais masculinos.
Preparação da Fertilização In Vitro
Toda mulher que deseja engravidar
precisa de cuidados importantes para a saúde, como ter uma alimentação
adequada, praticar atividades físicas, reduzir a ingestão de álcool, não
fumar e fazer a suplementação de ácido fólico. Também é válido procurar
verificar se há alguma doença que possa prejudicar a gravidez, como
hipertensão ou diabetes.
O que esperar da Fertilização In Vitro
Normalmente as chances de sucesso
estão ligadas à idade do óvulo, já que eles existem na mulher desde a
infância e também passam pelo processo de envelhecimento celular.
Mulheres com menos de 35 anos tem 60% de chances. Entre 35 e 38 anos, as
chances caem para 40%, e continuam a baixar para 30% até os 40 anos,
passando para 8% depois.
Riscos da Fertilização In Vitro
Como o embrião é fecundado fora do
útero e depois transferido de volta, existe uma pequena chance de que
ele se desenvolva fora do útero, a chamada gravidez ectópica,
que pode colocar a vida da mulher em risco. Para reduzir as chances
desse tipo de gestação, o embrião normalmente é colocado a 1 centímetro
do fundo do útero.
Como mais de um embrião é transferido, há um risco de gravidez gemelar que varia de 25 a 30% em mulheres abaixo de 35 anos. Esse tipo de gestação é considerada de risco pois normalmente acarreta em parto prematuro, perigosos para a mãe e para o feto.
Por haver estimulação dos ovários, pode ocorrer a Síndrome da Hiperestimulação do Ovário (SHO). Nela há uma maior produção do hormônio estradiol, que pode acarretar em trombose depois que a mulher engravida e aumentar o inchaço do corpo.
Como mais de um embrião é transferido, há um risco de gravidez gemelar que varia de 25 a 30% em mulheres abaixo de 35 anos. Esse tipo de gestação é considerada de risco pois normalmente acarreta em parto prematuro, perigosos para a mãe e para o feto.
Por haver estimulação dos ovários, pode ocorrer a Síndrome da Hiperestimulação do Ovário (SHO). Nela há uma maior produção do hormônio estradiol, que pode acarretar em trombose depois que a mulher engravida e aumentar o inchaço do corpo.
Contraindicações da Fertilização In Vitro
O uso dos medicamentos para indução
de ovulação é contraindicado para mulheres com em carcinoma ovariano,
uterino ou mamário e tumores do hipotálamo ou da glândula pituitária.
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