quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Doença de von Willebrand é uma doença hemorrágica hereditária causada por uma diminuição ou uma disfunção da proteína chamada de fator de von Willebrand (FvW). Isto ocorre devido à mutação no cromossomo 12 e é caracterizada por deficiência qualitativa ou quantitativa do fator de von Willebrand. A diversidade de mutações leva ao aparecimento das mais variadas manifestações clínicas possibilitando a divisão dos pacientes em vários tipos e subtipos clínicos. A coagulopatia se manifesta basicamente através da disfunção plaquetária associada à diminuição dos níveis séricos do fator VIII coagulante. Existindo também casos raros de doença de von Willebrand adquirida. Foi descrita pela primeira vez em 1925 pelo médico finlândes Erik Adolf von Willebrand.
A doença de von Willebrand é a doença hemorrágica mais comum e atinge cerca de 2% da população mundial atingindo igualmente ambos os sexos porém mulheres tem mais probabilidade de ter a doença diagnosticada pelas manifestações durante a menstruação.
 Doença de von Willebrand


         



 

DOENÇAS HEMATOLÓGICAS
 
O sangue é, basicamente, formado por uma parte líquida (o plasma) e por células (hemácias, plaquetas e leucócitos). O plasma contem proteínas que entre outras ações atuam na defesa do organismo e ajudam a controlar hemorragias, as hemácias transportam o oxigênio para todo o organismo, as plaquetas controlam sangramentos e os leucócitos combatem infecções.
A Hematologia é a especialidade médica que estuda as doenças que envolvem o sistema hematopoético, ou seja, tecidos e órgãos responsáveis pela proliferação, maturação e destruição das células do sangue (hemácias, leucócitos e plaquetas). A hematologia também estuda os distúrbios de coagulação que envolvem substâncias contidas no plasma.

Quais são as doenças hematológicas?
 
As doenças hematológicas, as quais o hematologista diagnostica e trata, são classificadas em três grandes grupos:

ANEMIAS
- hemolíticas
- aplásticas
- megaloblásticas

ALTERAÇÕES DA COAGULAÇÃO
- púrpuras
- hemofilias
- doença de von Willebrand
- outras alterações da coagulação


DOENÇAS PROLIFERATIVAS E INFILTRATIVAS
- leucemias agudas e crônicas

- linfomas

- mielodisplasias

- mieloma múltiplo

- síndromes mieloproliferativas

- doença de Gauche

- doença de Niemann-Pick



quinta-feira, 24 de outubro de 2013


 Tecido conjuntivo

O tecido conjuntivo distingue-se dos outros tipos de tecidos pelo facto de ser constituído por células separadas umas das outras por uma abundante matriz extra-celular. Esta que é não viva é a base para a classificação do tecido conjuntivo em subgrupos.

Células do tecido conjuntivo
As células especializadas dos vários tecidos conjuntivos produzem a matriz extracelular, são elas: Blastos que criam a matriz, Citos que mantêm a matriz e Clastos que degradam-na para reconstrução. A matriz extracelular tem três componentes principais: fibras proteicas, substância fundamental constituída por proteínas não fibrosas e por outras moléculas e líquido. A estrutura da matriz dá aos tipos de tecido conjuntivo a maior parte das suas características funcionais tais como a capacidade de suportar peso (ossos e cartilagens), suportar tensões (tendões e ligamentos) e suportar incisões, feridas e outras agressões (derme da pele).

  • Tecido conjuntivo laxo ou celular
LOCALIZAÇÂO: Largamente distribuído através do corpo; substância sobre a qual repousam as membranas basais e epiteliais; revestimento entre glândulas, músculos e nervos. Liga a pele aos tecidos subjacentes. ESTRUTURA: Células (fibroblastos, macrófagos e linfócitos) numa fina rede de fibras, a maior parte de colagénio. Funde-se frequentemente com o tecido conjuntivo mais denso. FUNÇÂO: Revestimento laxo, apoio e alimento para as estruturas com que se encontra associado.

  • Tecido conjuntivo denso regular colagénico (tecido tendinoso)
LOCALIZAÇÂO: Tendões ( inserem os músculos nos ossos) e ligamentos (ligam os ossos entre si) ESTRUTURA: Matriz composta por fibras de colagénio orientadas aproximadamente na mesma direcção. FUNÇÂO: Capacidade para suportar grandes forças de tensão exercidas na direcção da orientação das fibras, grande força de tensão e resistência à distenção.

  • Tecido conjuntivo denso ordenado elástico
LOCALIZAÇÂO: ligamentos entre as vértebras e ao longo da parte posterior do pescoço (nuca) e nas cordas vocais. ESTRUTURA: Matriz composta de fibras de colagénio e de elastina dispostas regularmente. FUNÇÃO: Capaz de se distender e de se encurtar como uma banda de borracha com força na direcção da orientação das fibras.

  • Tecido conjuntivo denso não ordenado colagénico
LOCALIZAÇÃO: Bainha; derme; invólucros de órgãos e septos; revestimento exterior de canais e canalículos do organismo. ESTRUTURA: Matriz composta de fibras de colagénio dispostas em todas as direcções (tecido fibroso) ou em planos entrecruzados de fibras orientadas aproximadamente numa única direcção (tecido aponevrótico). FUNÇÃO: Força de tensão capaz de sopurtar distensões em todas as direcções.

  • Tecido conjuntivo denso nãos ordenado elástico
LOCALIZAÇÃO: Artérias elásticas ESTRUTURA: Matriz ocmposta por agregados de bainhas de fibras do colagénio e elastina orientadas em múltiplas direcções. FUNÇÃO: Capaz de exercer força em várias direcções, distendendo ou encurtando.

  • Tecido adiposo
LOCALIZAÇÃO: Predominantemente em áreas subcutâneas, mesentéricos, bacinetes, em redor dos rins, revestindo a superfície exterior do cólon e em tecido conjuntivo laxo que penetra em espaços e fendas. ESTRUTURA: Pouco material extracelular a rodear as células. Os adipocitos encontram-se tão preenchidas de líquidos que o citoplasma é empurrado para a periferia da célula. FUNÇÃO: Revestimento de material, isolador térmico, armazenamento de energia e protecção dos órgãos contra frimentos por colisão ou vibração.

  • Tecido reticular
LOCALIZAÇÃO: Nos gânglios linfáticos, baço e medula óssea. ESTRUTURA: Rede fina de fibras de reticulina irregularmente dispostas. FUNÇÃO: Premite uma rede de suporte para os tecidos linfático e hematopoético.

  • Medula óssea
LOCALIZAÇÃO: Nas cavidades medulares dos ossos. Dois tipos: Medula amarela (tecido adiposo na maioria) nos corpos dos ossos longos; e medula vermelha (tecido hematopoético) nas extremidades dos osso longos e em ossos curtos, planos e de forma irregular. ESTRUTURA: Estrutura reticular com numerosas células formadoras do sangue (medula vermelha). FUNÇÃO: Produção de novos glóbulos sanguíneos (medula vermelha)

  • Cartilagem hialina
LOCALIZAÇÃO: Ossos longos em crescimento, anéis cartilagíneos do sistema respiratório, cartilagem costal, cartilagem nasal, ossos das articulações superficiais e esqueleto embrionário. ESTRUTURA: Fibras de colagénio pequenas e dispersas uniformemente na matriz, tornando-a transparente. As células da cartilagem ou condrócitos encontram-se em espaços ou lacunas, na matriz rígida. FUNÇÃO: Premite o crescimento dos ossos longos. Confere rigidez com alguma flexibilidade na traqueia, bronquios, costelas e nariz. Forma superfícies articulares rugosas ou lisas e no entanto algo flexíveis. Forma o esqueleto embrionário.

  • Cartilagem fibrosa
LOCALIZAÇÃO: Discos intervertebrais, sinfise púbica, meniscos interarticulares. ESTRUTURA: Fibras de colagénio, semelhantes às fibras de cartilagem hialina. As fibras sãomais numerosas do que em outras cartilagens e dispo~em-se em agregados espessos. FUNÇÃO: Algo flexível e capaz de suportar pressões consideráveis. Relaciona estruturas sujeitas a grandes pressões.

  • Cartilagem elástica
LOCALIZAÇÃO: Ouvido externo, epiglote e trompas de Eustáquio. ESTRUTURA: Semelhante à cartilagem hialina, mas a matriz contem também fibras de elastina. FUNÇÃO: Confere rigidez com ainda maior flexibilidade que a cartilagem hialina uma vez que as fibras elásticas retornam à sua forma original depois de distendidas.

  • Osso esponjoso
LOCALIZAÇÃO: No interior dos ossos do crânio, vértebras, esterno e pélvis; encontrado também nas extremidades dos ossos longos. ESTRUTURA: Rede entrançada de estruturas caracterizadas por trabéculas com grandes espaços entre elas. Os osteócitos ou células ósseas localizam-se no interior de lacunas nas trabéculas. FUNÇÃO: Funciona como uma armação provedora de força e suporte, sem o peso elevado dos ossos sólidos.

  • Ossos compacto
LOCALIZAÇÃO: Partes exteriores de todos os ossos e diáfises dos ossos longos. ESTRUTURA: Dura, matriz óssea predominante. Muitos osteócitos encontram-se localizados em lacunas distribuídas de forma circular em torno dos canais centrais. Pequenas passagens ligam lacunas adjacentes. FUNÇÕES: Providencia grande força e suporte. Forma nos ossos um revestimento exterior sólido, que os impede de ser facilmente fracturados ou prefurados.

  • Sangue
LOCALIZAÇÃO: Nos vasos sanguíneos. Produzido pelos tecidos hematopoéticos. Os leucócitos abandonam frequentemente os vasos sanguíneos e passam para os espaços intersticiais. ESTRUTURA: Vasos sanguíneos e matriz líquida. FUNÇÃO: Transporte de oxigénio, dióxido de carbono, hormonas, nutrientes, produtos de excreção e outras substâncias. Protege o corpo de infecções e encontra-se envolvido na regulação da temperatura.


quarta-feira, 23 de outubro de 2013

                                                                                   

Neste video você vai poder aprender um pouco mais sobre o tecido conjuntivo propriamente dito.





  



quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Neste video, temos a simulação em 3D, de como funciona a fertilização in vitro. Um video muito interesante e atrativo, que mostra de uma forma simples, como esse metodo funciona. Metodo pelo qual hoje, muitas familias optam, por esse metodo, que cada vez mais é cumum. Quantas pessoas hoje, podem ser beneficiadas, com a fertilização, mulheres que sonham em formar uma familia, e ter filhos, mas que por uma eventualidade, esse sonho não pode se concretizar, hoje é mais possivel, realizar o sonho de ter filhos, já que a inseminação, é cem porcento com possibilidades possitivas de dar certo, e poder ter um filho. Acompanhando o video, você entenderá melhor como funciona.

terça-feira, 15 de outubro de 2013

Avanços biologicos

Nos dias atuais, em um mundo totalmente avançado, onde os avanços da tecnologia estão sempre ao nosso redor, tudo em um clik. Modernidades que evoluiram com o passar do tempo, hoje, vivemos em um novo mundo, a era das tecnologias, elas que tanto nos impressionaram a cada dia, ela e seus avanços. Mais esses avanços, não aconteceram só em meia as máquinas não, com ajuda das tecnologias, hoje é possivel ingravidar, fazendo a fertilização in vitro, o que esta totalmente fora do metodo tradicional, onde o ovulo é fecundado fora da bariga da mulher. Avanços que com o pregresso dos novos tempos, vem beneficiando há muitos, como algumas mulheres, que sonham em ter um bebê, mesmo que não seja possivel pelo metodo tradicional, ou outros fatores, tanto por parte da futura mãe ou pai, ou até mesmo se é possivel, engravidar, sem a necessidade e um homem. Assim como os avanços ocoreram em meio as maquinas, ocoreu tambem em meio a ciencia. Outros estudos que se pode ter mais conhecimento, é sobre as celulas tronco, doenças degenerativas, e infecto contagiosas, ou mesmo geneticas.

Saiba mais sobre a fertilização in vitro, ou acesse:

http://www.minhavida.com.br/familia/tudo-sobre/16499-fertilizacao-in-vitro-o-famoso-bebe-de-proveta

O que é a Fertilização In Vitro

A técnica consiste na coleta dos gametas para que a fecundação seja feita em laboratório e depois na transferência desses embriões de volta para o útero materno. O método foi usado pela primeira vez na Inglaterra em 1978 e foi trazido ao Brasil em 1983. Nessa época ele era conhecido como bebê de proveta.

Outros nomes

Bebê de proveta                                                                           

Como é feita a Fertilização In Vitro

O primeiro passo é fazer a coleta dos gametas. Os espermatozoides são obtidos por meio de masturbação. Alguns homens não apresentam gametas no sêmen, e nesses casos é preciso fazer uma punção ou biopsia para retirá-los diretamente dos testículos. Nas mulheres é feita uma indução de ovulação com os mesmos medicamentos usados no coito programado. Eles podem ser usados por via oral (citrato de clomifeno) ou por injeções subcutâneas (gonadotrofinas) e normalmente são estimulados até 12 folículos para uma produção maior de óvulos para coleta. Mas em casos em que não há mais produção de gametas, como mulheres na menopausa e alguns homens que não sintetizam espermatozoides, é indicado o uso de gametas doados.

Depois de coletados, é feita uma seleção dos espermatozoides e depois eles e um óvulo são colocados em uma cultura. São usados cerca de 100 a 200 mil gametas masculinos para cada feminino, um deles irá chegar até o óvulo e o embrião depois será formado. O processo é idêntico ao ocorrido dentro do útero, com a diferença que ocorre em laboratório, portanto não há riscos de malformação maiores do que numa fecundação natural. Existe um risco de que a fecundação não ocorra, mas é algo muito raro. Tudo depende da qualidade do material utilizado.

Quando o embrião já está pronto ele é colocado no útero da mulher. A quantidade de embriões depende da idade da mulher: 2 para mulheres com menos de 35 anos, 3 para quem tem até 40 anos e 4 depois dessa idade. O processo é semelhante ao exame Papanicolau, é usado um bico de pato e depois um cateter bem fino é inserido na vagina da mulher. Um ultrassom orienta o médico sobre o local onde deve ser colocado o embrião, normalmente a 1 centímetro do fundo do útero. A sensação pode criar um ligeiro desconforto. Por fim, após 12 ou 14 dias, é feito o exame para detectar se houve sucesso no método. 

Duração do tratamento

Contando com a estimulação, a fecundação in vitro, a reimplantação dos gametas e o exame que detectará o sucesso ou não do procedimento, a Fertilização in Vitro costuma durar em torno de 25 dias. 

Para quem a Fertilização In Vitro é indicada

Normalmente a técnica é utilizada para casais em que a mulher tenha problemas nas trompas ou endometriose, o que pode dificultar a chegada dos espermatozoides até o óvulo. Também pode ser feita em casos de problemas na produção de gametas no homem.

Outra situação em que o tratamento é indicado ocorre quando é preciso que seja feita a doação de óvulos, no caso de mulheres que não o produzem mais ou em casos de casais homossexuais masculinos. 

Preparação da Fertilização In Vitro

Toda mulher que deseja engravidar precisa de cuidados importantes para a saúde, como ter uma alimentação adequada, praticar atividades físicas, reduzir a ingestão de álcool, não fumar e fazer a suplementação de ácido fólico. Também é válido procurar verificar se há alguma doença que possa prejudicar a gravidez, como hipertensão ou diabetes. 

O que esperar da Fertilização In Vitro

Normalmente as chances de sucesso estão ligadas à idade do óvulo, já que eles existem na mulher desde a infância e também passam pelo processo de envelhecimento celular. Mulheres com menos de 35 anos tem 60% de chances. Entre 35 e 38 anos, as chances caem para 40%, e continuam a baixar para 30% até os 40 anos, passando para 8% depois. 

Riscos da Fertilização In Vitro

Como o embrião é fecundado fora do útero e depois transferido de volta, existe uma pequena chance de que ele se desenvolva fora do útero, a chamada gravidez ectópica, que pode colocar a vida da mulher em risco. Para reduzir as chances desse tipo de gestação, o embrião normalmente é colocado a 1 centímetro do fundo do útero.

Como mais de um embrião é transferido, há um risco de gravidez gemelar que varia de 25 a 30% em mulheres abaixo de 35 anos. Esse tipo de gestação é considerada de risco pois normalmente acarreta em parto prematuro, perigosos para a mãe e para o feto.

Por haver estimulação dos ovários, pode ocorrer a Síndrome da Hiperestimulação do Ovário (SHO). Nela há uma maior produção do hormônio estradiol, que pode acarretar em trombose depois que a mulher engravida e aumentar o inchaço do corpo. 

Contraindicações da Fertilização In Vitro

O uso dos medicamentos para indução de ovulação é contraindicado para mulheres com em carcinoma ovariano, uterino ou mamário e tumores do hipotálamo ou da glândula pituitária. 

Onde encontrar o tratamento

Por ser um tratamento que envolve uma equipe multidisciplinar com ginecologista, urologista e embriologistas, o ideal é procurar uma clínica ou hospital de confiança. Para isso, vale receber indicações de quem já passou pela técnica e pesquisar sobre os locais de sua escolha.

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Neste video você vai aprender um pouco mais sobre a formação de um feto, desde a fecundação, passando pelo seu processo de desenvolvimento e formação, em um video muito bem explicado. Todo o processo de desenvolvimento e origem de uma vida, que não se dá apenas no momento em que a mulher entra em trabalho de parto, mais sim, desde o momento em que há a fecundação, neste momento, se da origem ao desenvolvimento de uma nova vida, a formação de todos os seus orgão e tecidos, onde celulas se multiplicam a cada dia, em um processo embrionário evoluntivo.
Formação de um feto




 

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Origem da vida: 
Algum dia nos perguntamos ou vamos nos perguntar de onde vinhemos, como fomos gerados? uma duvida que sempre cercou o homem, e que o desafiou a procurar explicaçoes para a origem da vida, de plantas animais, e do proprio ser humanos. A embriologia, ela esplica a formação dos seres vivos.
Embriologia é uma ciência que trata do desenvolvimento de um embrião a partir da fecundação do óvulo para a origem de um feto. Após a clivagem, as células em divisão, ou mórula, torna-se uma bola oca, ou blástula, que desenvolve um buraco ou poros em uma extremidade. O processo de formação de diversas especes, é diferente, como: insetos, vermes, aves, mamiferos, peixes, e o proprio homem. A funcionalidade da embriolgia, hoje é de grande importancia, onde podemos enxergar mais longe os limites da ciencia, que na verdade, é não ter limites, é sempre ir mais longe, buscando contribuir mais e mais, ajudando a compreender a forção de todos os seres.

Mais informações, disponivel em:    
http://professor-adelson.blogspot.com.br/2012/11/roteiro-provao-9-ano-teleyos-4-bim-2012.html 

 
                                       NOÇÕES DE EMBRIOLOGIA

OS GAMETAS  OU CÉLULAS SEXUAIS DOS ANIMAIS
O espermatozoide é a célula reprodutiva de todos os animais machos
Os espermatozoides são gametas masculinos produzidos durante aespermatogênese que ocorre nos testículos. Células leves e móveis, osespermatozoides se desenvolvem a partir das espermátides e se movimentam em direção ao óvulo com uma velocidade de 1mm/min a 4mm/min em média. Osespermatozoides são dotados de cabeça, colo ou peça intermediária, ecauda ou flagelo.
A cabeça do espermatozoide tem forma oval e é quase totalmente ocupada pelo núcleo, composto de cromossomos paternos. Na parte superior da cabeça há o acrossoma, oriundo da junção de vesículas do aparelho de Golgi e que consiste em uma bolsa cheia de enzimas com a função de facilitar a penetração do espermatozoide no óvulo durante a fecundação.
O colo, também chamado de peça intermediária, contém mitocôndrias que produzem o trifosfato de adenosina (ATP), essencial para o movimento dos flagelos. Já a cauda ou flagelo desenvolve-se a partir do centríolo e tem a função de impulsionar o espermatozoide pelo aparelho reprodutor feminino.

Os espermatozoides ficam mergulhados em um fluido produzido pelas glândulas seminais e pela próstata. Esse fluido é nutritivo para os espermatozoides e é expulso do corpo no momento da ejaculação. Uma vez no sistema reprodutor feminino, os espermatozoides conseguem fecundar um óvulo no período de 48 a 72h.