Ensino Médio Inovador
O presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais
Anísio Teixeira (Inep), Francisco Soares, disse em entrevista ao Bom Dia
Brasil que o governo quer investir na qualidade do ensino e aumentar a
participação de escolas em um programa criado em 2009 para promover a
melhoria no currículo e ampliar a carga horária.
"Há um programa que é o Ensino Médio Inovador, no qual essa questão de
ser capaz de resolver os problemas concretos que a vida coloca está no
centro do projeto pedagógico", diz Soares.
Na semana passada, o Ministério da Educação (MEC) anunciou a criação,
em parceria com o Instituto Ayrton Senna, de cursos de pós-graduação no
Brasil e no exterior para formar pesquisadores e professores que estudem
os impactos das competências socioemocionais (como otimismo,
responsabilidade, determinação e curiosidade) no aprendizado dos alunos.
Os detalhes das bolsas, como o número de vagas oferecido, os valores, o
tempo de permanência e o perfil de quem poderá se beneficiar será
definido em um edital da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal do
Ensino Superior (Capes), a ser publicado em até 90 dias.
O ministro da Educação, José Henrique Paim, afirmou que os estados e
municípios que promoverem iniciativas para valorizar as competências
socioemocionais dos estudantes poderão recorrer a financiamentos do
governo federal.
"É um tema novo não só no Brasil. Essa temática precisa ser estimulada
em vários aspectos, seja na pesquisa, para formar massa crítica, seja no
aspecto que envolve avaliação e implantação de políticas. Queremos
também incentivar iniciativas que alguns estados têm. Aquilo que o
ministério achar condizente, vamos financiar", destacou Paim.
Veja abaixo o ranking completo do Pisa:
1º) Cingapura - 562 pontos
2º) Coreia do Sul - 561
3º) Japão - 552
4º) China/Macau - 540
5º) China/Hong Kong - 540
6º) China/Xangai - 536
7º) China/Taipé - 534
8º) Canadá - 526
9º) Austrália - 523
10º) Finlândia - 523
11º) Reino Unido - 517
12º) Estônia - 515
13º) França - 511
14º) Holanda - 511
15º) Itália - 510
16º) República Tcheca - 509
17º) Alemanha - 509
18º) Estados Unidos - 508
19º) Bélgica - 508
20º) Áustria - 506
21º) Noruega - 503
22º) Irlanda - 498
23º) Dinamarca - 497
24º) Portugal - 494
25º) Suécia - 491
26º) Rússia - 489
27º) Eslováquia - 483
28º) Polônia - 481
29º) Espanha - 477
30º) Eslovênia - 476
31º) Sérvia - 473
32º) Croácia - 466
33º) Hungria - 459
34º) Turquia - 454
35º) Israel - 454
36º) Chile - 448
37º) Chipre - 445
38º) Brasil - 428
39º) Malásia - 422
40º) Emirados Árabes - 411
41º) Montenegro - 407
42º) Uruguai - 403
43º) Bulgária - 402
44º) Colômbia - 399
Mais informações em: http://g1.globo.com/educacao/noticia/2014/04/brasil-fica-entre-ultimos-em-teste-para-estudantes-resolverem-problemas.html
Oi Levi!
ResponderExcluirRealmente o Brasil precisa de mais incentivo em relação aos estudos e pesquisas. Melhorar essa parte da educação seria uma boa iniciativa para melhorar a formação continuada dos jovens, com esses novos investimentos o Brasil com certeza vai avançar nos estudos e pesquisas. Resta saber se esses planos serão cumpridos rapidamente!